Museu do Ipiranga

EXHIBITIONS
passadas

EXPOSIÇÃO temporária

Debret em questão - olhares contemporâneos

De 25/11/25 a 17/05/2026
De terça a domingo, das 10h às 17h (com permanência permitida até às 17h30). 
Salão de exposições temporárias
Entrada gratuita – somente para esta exposição.

Confrontando o século 19 (1801-1900) e o século 21 (2001-2100), França e Brasil, a pintura histórica e as novas mídias que caracterizam a produção artística atual, Debret em questão – olhares contemporâneos revisita o legado do pintor, em especial a obra Voyage pittoresque et historique au Brésil [Viagem pitoresca e histórica ao Brasil], a partir do olhar de uma geração efervescente de artistas hoje em atividade no país.

A exposição, realizada sob curadoria de Jacques Leenhardt e Gabriela Longman, integra a Temporada França–Brasil 2025, que celebra os 200 anos de relações diplomáticas entre os dois países. Foi apresentada em versão mais sucinta na Maison de l’Amérique Latine, em Paris, entre abril e outubro de 2025.

O catálogo da exposição está à venda na Livraria da Edusp, na área de acolhimento do Museu do Ipiranga

Design e cotidiano na coleção azevedo moura

De 27/05/25 a 28/09/2025
De terça a domingo, das 10h às 17h (com permanência permitida até às 17h30). 
Salão de exposições temporárias
Entrada gratuita – somente para esta exposição.

A exposição Design e cotidiano na Coleção Azevedo Moura, realizada sob curadoria de Adélia Borges, apresenta um extenso conjunto de objetos colecionados especialmente no Rio Grande do Sul, que permitem refletir sobre as formas tradicionalmente excludentes de pensar o passado brasileiro. Reunidos pela sensibilidade do olhar do casal Maria Cristina e Carlos Azevedo Moura, esses objetos formam uma das maiores coleções brasileiras relativas à imigração de italianos e alemães chegados ao Sul do país a partir do século 19.

A coleta foi feita pelo casal ao longo de muitos anos e chega a milhares de itens. São móveis, utensílios domésticos, ferramentas, fotografias que nos ajudam a entender como uma coleção representa o dia a dia dessas pessoas enquanto construíam uma nova vida no Brasil.

ONDE HÁ FUMAÇA

aRTE E EMERGÊNCIA CLIMÁTICA

De 5/11/24 a 4/3/2025
Tuesday to Sunday, 10am to 5pm. Last admission: 4pm.
Salão de exposições temporárias
Entrada gratuita (somente para esta exposição).

Os olhos ardem, a garganta resseca, as narinas queimam e os pulmões sufocam. É a vida humana em risco. A trajetória pensada antes como necessária para um mundo melhor agora é desafiada por queimadas, enchentes, altas e baixas temperaturas, secura do ar. Esta exposição questiona a ideia de progresso ainda predominante, que gera a situação atual de emergência climática.

Sob a curadoria do Micrópolis, grupo formado pelos arquitetos e pesquisadores Felipe Carnevalli, Marcela Rosenburg e Vítor Lagoeiro,  o acervo histórico do Museu Paulista dialoga com obras de artistas contemporâneos, destacando o processo de degradação ambiental e social ao longo do tempo.

Pinturas e fotografias de mestres, como Benedito Calixto e Henrique Manzo, dialogam com trabalhos dos artistas Alice Lara, André Vargas, Assentamento Terra Vista, Bruno Novelli, davi de jesus do nascimento, Ed Hawkins, Eduardo Góes Neves, Grupo de Artes Dyroá Bayá, Jaime Lauriano, Luana Vitra, Mabe Bethônico, Márcio Verá Mirim, Hãmhi Terra Viva, Redes da Maré, Roberta Carvalho, (Se)cura humana, Uýra Sodoma e Xadalu Tupã Jekupé. A justaposição propõe reflexões sobre como a colonização do território e a construção da nação estão pautadas na ideia de civilização versus barbárie, da cultura possível versus natureza impossível.

Guarda Roupa que pertenceu a Santos Dumont.
Acervo do Museu Paulista da USP.
Foto: José Rosael

Sentar • Guardar • Dormir

Museu da Casa Brasileira e Museu Paulista em diálogo

De 11/6 a 29/9/24

Esta exposição reuniu móveis que representam a diversidade de soluções utilizadas ao longo do tempo para três ações humanas cotidianas: sentar, guardar e dormir.

Foram expostos bancos, cadeiras, sofás, caixas, cômodas, escrivaninhas, guarda-roupas, redes, esteiras e camas que documentam tanto a vida das pessoas que os utilizavam, quanto a daqueles que os produziam.

As peças colocaram em diálogo os acervos do Museu da Casa Brasileira, criado em 1970 para registrar e expor as diferentes formas de morar, e do Museu Paulista, voltado ao estudo de objetos e imagens que documentam a sociedade brasileira.

Elas também evidenciaram a diversidade cultural e social que vivemos, envolvendo heranças indígena, portuguesa e afro-brasileira, além daquelas ligadas às diversas imigrações e migrações que marcaram nossa história.

Em uma conversa com o público, os curadores da exposição aprofundaram essas questões. Confira: 

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