Museu do Ipiranga

Encontro “Museu, memórias traumáticas coletivas e reparação”

Evento presencial
Data: 13 de dezembro
Horário: 10h
Local: Ateliê 2 do Museu do Ipiranga
Recursos de acessibilidade: Libras e audiodescrição, mediante disponibilidade
Inscrições encerradas
Vagas limitadas: Havendo excedente de inscrições, faremos uma seleção priorizando pessoas negras, indígenas, mulheres, LGBTQIA+, atuantes em movimentos sociais e organizações da sociedade civil e profissionais das áreas da Cultura e da Saúde Mental.

 

As memórias coletivas orientam nossas percepções sobre o que fomos, o que somos e o que ainda podemos ser. 

Enquanto fórum de debate que tem a memória como um de seus principais objetos, um museu de história é um lugar privilegiado para discutir sobre os silêncios e violências que marcaram um país tão fragmentado como o nosso. Essa prática abre espaço para a escuta, para a reparação e para novas possibilidades de futuro.

Inspirado por essa perspectiva, o Museu do Ipiranga realiza o Encontro “Museu, memórias traumáticas coletivas e reparação”, que convida o público a refletir sobre como os museus podem abordar as memórias coletivas traumáticas que afetam nossa sociedade.

O evento acontece no dia 13 de dezembro, às 10h, de forma presencial, e busca aproximar o Museu de diferentes comunidades e sujeitos, ampliando vozes e perspectivas para pensar práticas institucionais mais plurais e comprometidas com a memória coletiva e com os direitos humanos.

Pessoas convidadas:
Ana Raylander
Artista visual, bacharel em Artes Visuais pela UFMG. Artista residente da 9ª edição do Bolsa Pampulha, realizou uma intervenção no Museu Mineiro (2025) propondo uma reflexão sobre o que ficou à margem no processo de construção da nova capital mineira. Participou de diversas mostras individuais e coletivas, entre elas a 36ª Bienal de São Paulo, em cartaz.

Deborah Neves
Pesquisadora de Pós-Doutorado na Unifesp, doutora em História pela Unicamp (2020), coordenadora do Grupo de Trabalho Interinstitucional Memorial DOI-Codi desde 2018 e vencedora do 12º Prêmio Luís Castro de Faria/Iphan na categoria Arqueologia da Repressão e da Resistência (2024).

Renato Cymbalista
Arquiteto e Urbanista, Professor Livre-docente do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da FAUUSP. Coordenador do grupo de pesquisa “Lugares de Memória e Consciência” (USP-CNPq) e Diretor de Direitos Humanos e Políticas de Memória, Justiça e Reparação da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento da USP desde 2022.

Confira a programação completa: 

10h às 10h30: Boas vindas e apresentação do Programa
10h30 às 12h: Visita às exposições Uma História do Brasil, Passados Imaginados, Mundos do Trabalho e Casas e Coisas.
12h às 13h30: Almoço
13h30 às 15h30: Debate com Ana Raylander, Deborah Neves e Renato Cymbalista
15h30 às 16h: Intervalo
16h às 17h: Encerramento 

Participe!

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