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EXPOSIÇÃO temporária

ONDE HÁ FUMAÇA
aRTE E EMERGÊNCIA CLIMÁTICA
De 5/11/24 a 4/3/2025
De terça a domingo, das 10 às 17h. Última entrada: 16h.
Salão de exposições temporárias
Entrada gratuita (somente para esta exposição).
Os olhos ardem, a garganta resseca, as narinas queimam e os pulmões sufocam. É a vida humana em risco. A trajetória pensada antes como necessária para um mundo melhor agora é desafiada por queimadas, enchentes, altas e baixas temperaturas, secura do ar. Esta exposição questiona a ideia de progresso ainda predominante, que gera a situação atual de emergência climática.
Sob a curadoria do Micrópolis, grupo formado pelos arquitetos e pesquisadores Felipe Carnevalli, Marcela Rosenburg e Vítor Lagoeiro, o acervo histórico do Museu Paulista dialoga com obras de artistas contemporâneos, destacando o processo de degradação ambiental e social ao longo do tempo.
Pinturas e fotografias de mestres, como Benedito Calixto e Henrique Manzo, dialogam com trabalhos dos artistas Alice Lara, André Vargas, Assentamento Terra Vista, Bruno Novelli, davi de jesus do nascimento, Ed Hawkins, Eduardo Góes Neves, Grupo de Artes Dyroá Bayá, Jaime Lauriano, Luana Vitra, Mabe Bethônico, Márcio Verá Mirim, Hãmhi Terra Viva, Redes da Maré, Roberta Carvalho, (Se)cura humana, Uýra Sodoma e Xadalu Tupã Jekupé. A justaposição propõe reflexões sobre como a colonização do território e a construção da nação estão pautadas na ideia de civilização versus barbárie, da cultura possível versus natureza impossível.

Guarda Roupa que pertenceu a Santos Dumont.
Acervo do Museu Paulista da USP.
Foto: José Rosael
Sentar • Guardar • Dormir
Museu da Casa Brasileira e Museu Paulista em diálogo
De 11/6 a 29/9/24
Esta exposição reuniu móveis que representam a diversidade de soluções utilizadas ao longo do tempo para três ações humanas cotidianas: sentar, guardar e dormir.
Foram expostos bancos, cadeiras, sofás, caixas, cômodas, escrivaninhas, guarda-roupas, redes, esteiras e camas que documentam tanto a vida das pessoas que os utilizavam, quanto a daqueles que os produziam.
As peças colocaram em diálogo os acervos do Museu da Casa Brasileira, criado em 1970 para registrar e expor as diferentes formas de morar, e do Museu Paulista, voltado ao estudo de objetos e imagens que documentam a sociedade brasileira.
Elas também evidenciaram a diversidade cultural e social que vivemos, envolvendo heranças indígena, portuguesa e afro-brasileira, além daquelas ligadas às diversas imigrações e migrações que marcaram nossa história.
Em uma conversa com o público, os curadores da exposição aprofundaram essas questões. Confira:
